Fotos e Vídeos - André P. Braga

André Portugal Braga


Nascido em Juiz de Fora, mas de fato Rio Pretano de origem arcaica. Sertão proibido por onde andava Tiradentes e alguns inconfidentes que controlavam o contrabando de ouro, escravos e especiarias das minas gerais. Região fronteiriha com o Rio de Janeiro, ali viu o rio descer pela primeira vez.

Agora quer descer o rio. Ir navegando pelas águas recontando histórias de resistência é seu maior sonho. Sabe que a vida é como um rio, que o cinema é como o rio e que é possível flutuar nas águas da mar.

Quando criança gostava de andar de bicicleta e não de estudar, mas foi aprendendo tudo meio que truncado mesmo. Foi salvo pelos livros onde aprendeu logo cedo sobre cruzar o atlântico em um barco a remo, sobre a vida em vermelho e viagens de motocicleta.


Dalí em diante foi só cultivar com algum pouco fertilizante é base de muita aventura nas montanhas geladas dos Andes ao Himalaia e água na medida certa: de cem em cem anos de solidão, a uma grande cegueira de todas as massas. Como o idiota, segue seu único caminho.Vive e trabalha em Belo Horizonte, onde carrega sua cadeia.

Em um eterno retorno formou-se em jornalismo e sente pesar por não ter concluído o curso de geografia. Para ele tudo começou na fotografia. Fez seu primeiro curta de ficção em 98, aos 19 anos em parceria com o artista plástico Fernando Levi e mais alguns amigos de escola. Filmado na república das meninas em cima da elmo da savassi; na velha câmera vhs que se encontrava no fundo do armário do pai. Uma trama de juventude, influências, drogas e morte na banheira. Conseguiu salvar a fitinha e ainda pensa que será possível recuperar as imagens.

Com o povo brasileiro viajou do amazonas a Machu Pichu levando Ribeiro e alguns slides na mochila. Em 2003 um amigo comprou uma filmadora digital e ele viu a coisa se transformar em movimento instantaneo. Era ainda estudante quando ouviu os baques dos tambus do Açude, e fez seu primeiro documentário. Com o mesmo amigo criou a Avesso filmes. Hoje procura desenvolver um olhar calunga e conseguir recursos para fazer mais filmes, sua segunda ficção autoral e seu primeiro longa metragem.

Enquanto à isso faz "freelas" em fotografia e vídeo.

A primeira palavra que falou foi "luluia" e o primeiro filme que assistiu no cinema foi E.T.


Acesse o site do fotógrafo:
www.avessofilmes.com.br

 



 


 


 


 

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